sábado, 6 de fevereiro de 2010

BALDE E PÁ DE GARRAFA PET

As crianças adoram  ajudar na confecção do balde e da pá. Se as crianças forem pequenas, o professor   corta e depois as crianças podem colorir.
Material
Garrafa PET
Tesoura
Tinta acrílica decorativa
Pincel

Como fazer
Corte a garrafa PET ao meio.
A parte debaixo servirá como balde e a parte com o gargalo servirá como pá.
Corte a parte do gargalo, dando formato de pá.
Com o pincel e a tinta pinte o balde e a pá por dentro.
Espere secar e depois as crianças já podem brincar na areia do parque.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

RECEITAS: MASSA PARA MODELAR

RECEITA I:

Essa receita é bem fácil de fazer. Você pode prepará-la em casa ou com as crianças.

Numa tigela grande coloque:

8 colheres (sopa) de farinha de trigo

1 xícara (café) de água

1 colher (chá) de açúcar

2 colheres (chá) de gelatina colorida

2 colheres (chá) de óleo

Depois é só amassar tudo muito bem e está pronta. Se você perceber que a massa está grudando na mão,
vá colocando aos poucos mais farinha.

RECEITA II:

Para essa receita, gosto de usar um copo de medidas como esse da foto. A receita dá uma porção maior de massa em relação a receita I.

Numa tigela coloque:

2 xícaras de farinha de trigo

meia xícara de sal

1 xícara de sal

1 colher de chá de óleo

Se você quiser que ela fique colorida, pode misturar pó de gelatina colorida na água, umas três colheres de
sopa.

Ao perceber que a massa ainda está grudando nas mãos, vá acrescentando um pouco mais de farinha de
trigo.

Observação: Essas massas podem ser guardadas em saco plástico, dentro da geladeira, por alguns dias.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Primeira semana de aula na Educação Infantil

O planejamento da primeira semana de aula com sua classe de Educação Infantil deve envolver algumas perguntas:

• Como será feito o planejamento da primeira semana de aula? Individualmente? Coletivamente?

• As crianças as quais vou receber já são da escola, vêm de outra escola, nunca frequentaram a escola ?

• Quais atividades poderão ser feitas por essa faixa etária? Lembre-se de que você ainda não tem um diagnóstico da turma. Então pense, o que você acredita que a turma conseguirá fazer? Quantos alunos frequentarão a classe? Dependendo do número, tome cuidado com atividades em que as crianças precisarão mais da sua ajuda, talvez não dê para ajudar uma por uma, com dez crianças chorando, grudadas em você ou querendo sair da sala para procurar o responsável que teve que ir embora para trabalhar.

• Tive turmas nas quais algumas crianças choraram muito e em outras nenhuma criança chorou.

• Na minha escola há um combinado geral: na primeira semana todos os pais que puderem ou quiserem podem buscar as crianças mais cedo, então a diretora determina o horário da abertura do portão. Também os responsáveis pelas crianças que choram, na primeira semana, podem ficar junto delas por um tempo determinado na escola (uma hora por exemplo), mas depois desse tempo têm que levar as crianças embora, explicando para elas que vão embora e voltam no dia seguinte. Assim as crianças percebem que perderão algumas atividades interessantes se não ficarem e com o tempo as mesmas vão perdendo o medo. Geralmente elas têm medo de que os responsáveis não voltem para buscá-las, é preciso nesse caso deixar claro que isso não acontecerá, orientando os pais dessas crianças a conversarem com elas e evitar atrasos ao irem buscá-las.

• É importante identificar as crianças assim que elas chegam, perguntando o nome e colocando um crachá na mesma. No crachá deve constar o nome da criança e o nome da professora, pois se alguém (merendeira, inspetor, porteiro, diretor, etc) encontrá-la andando, chorando pela escola, será mais fácil levarem ela até você. Existem muitos modelos de crachás, tome cuidado com modelos que podem enforcar, furar ou machucar a criança.

• Como é o espaço da escola e da sala de aula? Vou dividir a sala com outro professor? Como vocês organizarão a sala para a recepção das crianças?

• É importante ter em sala de aula: um alfabeto com letras maiúsculas num lugar bem visível às crianças, um calendário (costumo usar um verdadeiro para que as crianças entendam os significados das letras, das cores, dos desenhos que aparecem nos calendários), cartaz de ajudante do dia, cartaz de aniversariantes , crachás para chamada, um relógio verdadeiro para que as crianças aprendam noções de tempo, a sala pode ser organizada com cantinhos (leitura, brinquedos, jogos, desenho, massinha, etc.).

• Tome cuidado ao enfeitar a sala para que ela não fique poluída visualmente. Na Internet você encontra enfeites com EVA, reaproveitamento de sucata, etc.

• Costumo receber as crianças com brinquedos variados sobre as mesinhas. É interessante, pois a maioria entra sem chorar e já vai para a mesinha que tem seu brinquedo preferido. Coloco carrinhos, bonecas, bichos de pelúcia, jogos para encaixar e montar, etc. A maioria doado por crianças que conheço, já cresceram e não querem mais esses brinquedos. Assim enquanto você recebe a criança que chora, as que não choram já vão interagindo.

• Depois que todas as crianças já chegaram e que ficaram um tempo brincando, peço para guardarem os brinquedos e em roda de conversa fazemos as apresentações: meu nome, o nome deles, explico o que são os cartazes, os cantinhos, como tudo funciona (merenda, parque, atividades,etc), fazemos um passeio pela escola para conhecerem os banheiros, o bebedouro, a merenda, a secretaria, outros professores e seus alunos, funcionários, jardim, quadra, etc.

• Durante a semana faço a recepção com brinquedos, até que todos estejam bem adaptados e vou alternando algumas atividades como: brincar de boliche (feito com sucata), hora do conto, musicalização, parque, massa de modelar com farinha para levarem embora, desenho livre, trabalho com crachás , pintura com aquarela, combinados (o que podemos e o que não podemos fazer na escola), sala de TV, contagem dos alunos, calendário e algumas atividades para que eu já possa fazer um diagnóstico da turma.

• Aqui no blog, você encontra um exemplo de projeto bem interessante para ser trabalhado com alunos que ainda não escrevem o nome.